12.7.14

Das recaídas desmedidas

Eu tentei, eu juro! Tentei ao máximo me afastar, cortar os laços, mas é sempre assim, eu choro e acabo morrendo de saudade. E no fim, volto atrás. Mas nada muda, nada do que eu esperava que mudasse, realmente muda. No começo é simples, aquela saudade imensa, que se preenche com beijos calorosos e abraços desmedidos, mas e depois? A saudade continua, ele continua viajando, e eu sofro sozinha, e termina assim. A espera é a mesma, a saudade é a mesma, a decepção a mesma também. O que muda, é que vou me dilacerando por dentro, meu amor próprio se vai e aqui estou eu novamente sofrendo, como sou tola, caí nessa novamente, e sei que a culpa é toda minha, isso que dá, amar demais, amar desmedidamente.

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