17.7.12


Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!). Tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu.

16.7.12



Nem todas as pessoas que passam pela nossa vida são especiais. Mas tem algumas, que se superam nesse quesito. E, tudo que nós conseguimos pensar é: ‘’Pelo amor de Deus, que ela esteja disposta a cavar esse buraco fundo, que chegue até mim, e fique.

13.7.12



Vamos fazer de conta...
Que o beijo vai ser como a gente imaginou que ia ser. Sem meias palavras. Sem silêncios pertubadores. Só a doce ausência da saudade. Sentir o mesmo vento bater no rosto.  Caminhar nas mesmas calçadas.
E perceber que o sentimento faz sentido.
A palavra “adeus” é uma das mais pesadas do meu dicionário.

12.7.12




Coragem, às vezes, é desapego. É parar de se esticar, em vão, para trazer a linha de volta. (…) É aceitar doer inteiro até florir de novo.


Mais sábios que os homens são os pássaros. Enfrentam as tempestades noturnas, tombam de seus ninhos, sofrem perdas, dilaceram suas histórias. Pela manhã, tem todos os motivos para se entristecer e reclamar, mas cantam agradecendo a Deus por mais um dia.